Ir para o conteúdo

Prefeitura Municipal de Betim - MG e os cookies: nosso site usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação. Ao continuar você concorda com a nossa Política de Cookies e Privacidade.
ACEITAR
PERSONALIZAR
Política de Cookies e Privacidade
Personalize as suas preferências de cookies.

Clique aqui e consulte nossas políticas.
Cookies necessários
Cookies de estatísticas
SALVAR
Prefeitura Municipal de Betim - MG
Acompanhe-nos:
Rede Social Facebook
Rede Social Instagram
Rede Social Linkedin
Rede Social Youtube
Rede Social WhatsApp
Rede Social Twitter
Notícias
Enviar para um amigo!
Indique essa página para um amigo com seus dados
Obs: campos com asterisco () são obrigatórios.
Enviando indicação. Por favor, aguarde...
FEV
16
16 FEV 2024
Mais de 50% das famílias residentes em zonas de inundação ou de risco geológico não se consideram moradoras de áreas vulneráveis a desastres em Betim
enviar para um amigo
receba notícias
Apesar das diversas ações educativas e de conscientização da população sobre os efeitos do período chuvoso, sobretudo em áreas de risco da cidade, a Prefeitura de Betim identificou, por meio de pesquisa realizada entre os dias 4 e 27 de janeiro deste ano, que 53% das famílias residentes em zonas de inundação ou de risco geológico - mapeadas pela Superintendência de Defesa Civil - não reconhecem que sua moradia está vulnerável a desastres, como enchentes, alagamentos, inundações, deslizamentos e erosões. Entre os proprietários de estabelecimentos comerciais situados em áreas de risco, o percentual dos que dizem desconhecer a situação é ainda maior: 58%. A pesquisa buscou ouvir moradores e comerciantes de 3.116 endereços de áreas de risco nas dez regiões administrativas do município. Desses, 65 optaram por não responder ao questionário, totalizando 3.051 pessoas ouvidas.  

O objetivo da pesquisa é já nortear a estruturação do Plano de Contingência para o próximo período chuvoso na cidade. Para isso, o estudo buscou, dentre outros pontos, identificar a percepção de risco e atualizar o cadastro de famílias e também de animais de estimação que residem nas áreas de risco, além de apurar dados que vão definir critérios para alocação eficiente de recursos e direcionar a assistência com melhor tempo de resposta nos locais mais afetados em situações emergenciais. 

Conforme apontou o levantamento, a região do Teresópolis, com 1.711 imóveis situados em áreas de risco, foi a que apresentou maior discrepância entre o risco real e a percepção por parte dos moradores. Nessa área, 68% das famílias responderam que desconhecem a situação de vulnerabilidade da região que habitam. Já a população do Citrolândia foi a que mais demonstrou estar consciente sobre os perigos decorrentes do período chuvoso, com 80% dos moradores e comerciantes de áreas de risco respondendo que têm conhecimento da vulnerabilidade da região.

“O resultado da pesquisa é um alerta importante, já que o município vem, nos últimos anos, realizando diversas campanhas educativas com toda a população, em especial a de áreas de risco. Ampliamos o número de visitas técnicas, de monitoramento, de ações de orientação aos moradores, além de diversos treinamentos com os voluntários dos Núcleos de Proteção e Defesa Civil (Nupdecs) de cada região da cidade. Entendemos que alguns fatores podem contribuir para a não percepção de risco, como o sentimento de pertencimento à comunidade e as condições financeiras, por exemplo. Diante disso, queremos conclamar a população para que participe mais das ações preventivas da Defesa Civil ao longo do ano, não somente durante o período chuvoso. Nosso principal objetivo é a preservação da vida”, ressalta  a superintendente de Defesa Civil, Suellen Reis.

A pesquisa levantou ainda detalhes dos impactos das chuvas dos últimos anos para essas famílias, como as perdas materiais e a extensão dos danos às residências. Também mapeou residências com pessoas idosas, acamadas e/ou que fazem uso de medicamento controlado, e quais tipos de medidas assistenciais são mais urgentes. Abordou ainda condições que podem auxiliar no enfrentamento de desastres, como a existência de uma rede de apoio familiar.

Suellen Reis destaca que a pesquisa permitirá um planejamento ainda mais assertivo para o próximo período chuvoso, que deve ter início em outubro deste ano. “Agora temos um número mais atualizado de moradores de áreas de risco, bem como de indivíduos que estão nessas extensões e que necessitam de cuidados especiais, como idosos, pessoas com deficiência, acamadas, e também os animais domésticos mantidos por essas famílias. Os dados servirão para definirmos novas medidas multissetoriais e ações mitigadoras, além de contribuir para a criação de um Plano de Contingência ainda mais abrangente para o próximo período chuvoso”, explica a superintendente de Defesa Civil.
Seta
Versão do Sistema: 3.4.0 - 05/02/2024
Copyright Instar - 2006-2024. Todos os direitos reservados - Instar Tecnologia Instar Tecnologia