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MAR
25
25 MAR 2021
Pesquisa sobre circulação e variantes do coronavírus em Betim coleta amostras da 4ª fase
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A três primeiras amostras de swab nasal que serão usadas na quarta etapa da pesquisa "Soroprevalência para SARS-CoV2 em residentes de Betim, MG, 2020" foram coletadas no último dia 19. A pesquisa está sendo desenvolvida no município, desde abril de 2020, sob a coordenação da Prefeitura Municipal de Betim, por meio da Escola de Saúde Pública, e a colaboração do Laboratório de Biologia Integrativa do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

A coordenadora do estudo científico, Ana Valesca Fernandes, descreve o perfil dos participantes desta fase e o tipo de teste que será usado. "Serão coletadas 240 amostras de pacientes testados positivos para covid-19, de qualquer idade, residentes em Betim e em tratamento na Rede SUS".

Ela explica que as coletas estão sendo feitas em UPAS (Unidades de Pronto Atendimento), no Hospital Público Regional de Betim, Cecovid-2 (Hospital de Campanha), Cecovid-4 (Centro de Cuidados Intensivos para Covid-19) e também no Hospital Dr. Orestes Diniz, por meio de um fluxo de triagem específico. "Será usado o teste q-RTPCR, que identifica a circulação imediata do vírus no paciente e permite saber qual o tipo de variante, por meio de uma técnica especializada", conclui.

O secretário adjunto de gestão da Saúde, Augusto Viana, ressalta a importância do estudo para a condução acertada do enfrentamento à pandemia no município. "Os resultados das três primeiras fases vêm norteando nossas ações. Pudemos identificar, por exemplo, o início da disseminação do coronavírus em Betim, em quais regiões havia uma maior incidência e, por meio de análises epidemiológicas, pudemos planejar ações de contenção da doença com base na previsão de sua expansão por regional administrativa", informa.

Viana esclarece que os resultados da fase atual permitirão monitorar a circulação do coronavírus em pessoas residentes em Betim, rastreando as variantes ou o surgimento de novas mutações do vírus, além de continuar norteando as ações da gestão municipal de combate à covid-19.


Identificação de variantes nas etapas anteriores
De acordo com os coordenadores do processo de sequenciamento genético da pesquisa, Renan Pedra de Souza e Renato Santana de Aguiar, em 35 das amostras coletadas, entre junho e julho de 2020, foram identificadas duas linhagens, sendo 18 da B.1.1.28 e 17 da B.1.1.33. Souza afirma ainda que outro estudo científico em andamento na UFMG permitiu identificar, também, a circulação da variante P.2 (B.1.1.28.2) em Betim, a partir da análise de uma mostra coletada no município. "A P.2 é uma linhagem descrita em dezembro de 2020, no Rio de Janeiro, com datação de julho do mesmo ano por membros da Rede Corona-ÔmicaBR-MCTI".

Tendo em vista esses resultados, a prefeitura e a UFMG trabalham com a hipótese de expansão da circulação das variantes já identificadas e/ou da de outras.

Linhagens do vírus

O que é uma linhagem?
Sabe-se que o coronavírus muda um pouco toda vez que ele se multiplica. Essas mudanças são chamadas de mutações. O acúmulo de mutações cria uma nova linhagem - ou variante ¿ que é um coronavírus um pouco diferente.

Todas as novas linhagens virais são mais perigosas?
Não. A formação de novas linhagens é um processo natural, que gera, não necessariamente, variantes mais letais. No fim do ano passado, foi identificada a primeira linhagem chamada de "variante de atenção", que foi a do Reino Unido (B.1.1.7). Sabe-se que essa é mais transmissível que as demais, ou seja, um indivíduo infectado por ela tem mais chance de contaminar outra pessoa.

Temos "variantes de atenção" no Brasil?
Sim. Até o momento já foram detectadas a variante do Reino Unido (B.1.1.7), a de Manaus (P.1) e a do Rio de Janeiro (P.2). As três são mais transmissíveis. Não há dados indicando que essas variantes alteram a eficácia das vacinas distribuídas no Brasil ou que causem mais mortes. Sabe-se que tanto a de Manaus (P.1) quanto a do Rio de Janeiro (P.2) são descendentes da B.1.1.28, que era uma das linhagens típicas do Brasil em 2020.

Quais dessas variantes já foram encontradas em Betim?
A do Reino Unido (B.1.1.7) e a do Rio de Janeiro (P.2) foram reportadas pelo grupo da UFMG e a P.1 pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais. Não há dados sobre a frequência dessas linhagens no município.

Fonte: Raynan Coimbra Hadad
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